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Quem em sã consciência já não se imaginou, quando criança, em voar pelos ares pendurado a uma quantidade de balões amarrados em suas mãos ? Nas quermesses do bairro, nas festas públicas, nos circos armados naquele terreno baldio, quantos sonhos não foram depositados nos balões coloridos que se soltavam céu afora, embalados pelos ventos a viajar para local inserto e desconhecido? Balões, balões de festas, de ensaio, balões sonda, balões coloridos de uma infância pobre e feliz.
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